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NOTÍCIAS






 
#AOVIVO Osesp, Emmanuele Baldini (direção musical e violino) e Horácio Schaefer (viola) | Obras de Mozart e Haydn
15/set/2020

 

Enquanto ainda não é possível retomarmos as atividades com público na Sala São Paulo, seguimos fazendo música ao vivo para você, transmitida diretamente da nossa casa para a sua. Nesta sexta, 18 de setembro, seremos essencialmente clássicos: teremos a Sinfonia nº 93, de Haydn, e a Sinfonia Concertante, de Mozart — esta com Emmanuele Baldini (violino) e Horário Schaefer (viola) como solistas, ambos membros da Osesp. Baldini também é o responsável pela direção do programa.

 

Estaremos ao vivo às 19h no YouTube, Facebook e Instagram

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| PROGRAMA|
ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
EMMANUELE BALDINI
direção musical e violino
HORÁCIO SCHAEFER viola

Wolfgang Amadeus MOZART [1756-1791]
Sinfonia Concertante em Mi bemol maior, KV 364 [1779]
1. Allegro majestoso
2. Andante
3. Presto
(30 min)

Joseph HAYDN [1732-1809]
Sinfonia nº 93 em Ré Maior [1885]
1. Adagio. Allegro assai
2. Largo cantabile
3. Menuetto. Trio
4. Finale: Presto ma non tropo
(21 min)
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As apresentações e toda a produção envolvida nessas transmissões seguem as medidas de isolamento social e higiene necessárias à contenção da propagação da Covid-19 e à preservação da saúde e segurança de todos os músicos e demais funcionários da Fundação Osesp.

Desde a suspensão das atividades presenciais, em 14 de março, a Fundação Osesp tem mantido e preparado a Sala São Paulo para o retorno do público. Há uma programação de retomada, que vai sendo ajustada conforme a evolução da pandemia e as orientações dos órgãos de saúde. A Fundação está pronta para receber o público na Sala, assim que permitido por todas as instâncias governamentais.

Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

 
Música na Cabeça: Lives da Osesp | Sinfonias de Villa-Lobos
13/set/2020

 

Dez terças-feiras depois, chegamos ao último encontro da nossa série de lives. Nesta terça, 15 de setembro, às 19h, Heitor Villa-Lobos e suas Sinfonias são os assuntos da conversa com o maestro Isaac Karabtchevsky e Antonio Carlos Neves Pinto (Coordenador do Centro de Documentação da Osesp) com Arthur Nestrovski e Marcelo Lopes, respectivamente o Diretor Artístico e Diretor Executivo da Fundação Osesp. Eles falam sobre a gravação, realizada ao longo de seis anos, do ciclo completo das Sinfonias de Villa-Lobos para o selo Naxos, projeto que é um marco na música de concerto brasileira na última década. Além dos álbuns, as partituras foram revisadas e lançadas pela Editora Osesp.

 
#AOVIVO Osesp e Ira Levin | Obras de Mendelssohn e Brahms
09/set/2020

 

| PROGRAMA |
ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO – OSESP
IRA LEVIN
regente


Felix MENDELSSOHN-BARTHOLDY [1809-1847]
Abertura A Bela Melusine, Op. 32 [1833-1835]
(10 min)

 

Johannes BRAHMS [1833-1897]
Sinfonia nº 4 em Mi Menor, Op. 98 [1885]
1. Allegro non troppo
2. Andante moderato
3. Allegro giocoso
4. Allegro energico e passionato
(39 min)
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As apresentações e toda a produção envolvida nessas transmissões seguem as medidas de isolamento social e higiene necessárias à contenção da propagação da Covid-19 e à preservação da saúde e segurança de todos os músicos e demais funcionários da Fundação Osesp.


Desde a suspensão das atividades presenciais, em 14 de março, a Fundação Osesp tem mantido e preparado a Sala São Paulo para o retorno do público. Há uma programação de retomada, que vai sendo ajustada conforme a evolução da pandemia e as orientações dos órgãos de saúde. A Fundação está pronta para receber o público na Sala, assim que permitido por todas as instâncias governamentais.


Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

 
Osesp lança álbum dedicado a obras de Camargo Guarnieri
08/set/2020

Em setembro, a Osesp lança um disco dedicado a quatro obras de Camargo Guarnieri para orquestra e instrumentos solistas. Nossa Orquestra está sob regência de Isaac Karabtchevsky e os solistas são quatro conhecidos do público — todos eles membros da Osesp: Alexandre Silvério interpreta o Choro para Fagote (1991); Cláudia Nascimento, o Choro para Flauta (1972); Davi Graton, o Choro para Violino (1951); e Olga Kopylova, a Seresta para Piano e Orquestra de Câmara (1965). 

 

Escute no Spotify: https://spoti.fi/3m0Bj5G
Escute na Apple Music, YouTube Music, Deezer,

Amazon Music, iTunes Store e Napster: https://bit.ly/naxos-choros-streaming

 

 

O CD faz parte do projeto Brasil em Concerto, uma parceria do Departamento de Difusão Cultural do Ministério das Relações Exteriores com três orquestras brasileiras — além da Osesp, fazem parte as filarmônicas de Minas Gerais e de Goiás —, a Academia Brasileira de Música e o selo Naxos (o lançamento brasileiro é feito pelo Selo Clássicos).

 
Música na Cabeça: Lives da Osesp | "Choros" de Guarnieri
07/set/2020

Os Choros de Camargo Guarnieri para instrumento solista e orquestra são os assuntos da live desta terça, 8 de setembro, quando receberemos Paulo de Tarso Salles.

 

 

Nosso convidado é professor de Teoria Musical na USP, coordenador do Simpósio Villa-Lobos (USP) e editor da Revista Música (USP). Autor de Aberturas e impasses — o pós-moderno na música e seus reflexos no Brasil — (1970-1980) (Ed. Unesp, 2005), Villa-Lobos — processos composicionais (Ed. Unicamp, 2009) e Os Quartetos de Cordas de Villa-Lobos: forma e função (Edusp, no prelo). Especialmente para a Revista Osesp de 2019, Tarso Salles escreveu o ensaio O Brasil e o mundo, segundo Guarnieri, que você pode ler AQUI.

 

A live tem um motivo especialíssimo: a Osesp acaba de lançar, pelo selo Naxos, um álbum dedicado a quatro obras desse ciclo — para fagote, flauta, piano e violino —, e no próximo novembro gravará outras quatro — para viola, violoncelo, clarinete e novamente piano. Os discos fazem parte do projeto "Brasil em Concerto", uma parceria do Ministério das Relações Exteriores com a nossa Orquestra e também com as filarmônicas de Minas Gerais e de Goiás. O lançamento brasileiro é feito pelo Selo Clássicos.

 

PRÓXIMA LIVE
15 de setembro,  às 19h: As Sinfonias de Villa-Lobos
Ao longo de seis anos, a Osesp – sob regência de Isaac Karabtchevsky – gravou o ciclo completo das Sinfonias de Villa-Lobos para o selo Naxos, projeto que é um marco na música de concerto brasileira na última década. Além dos álbuns, as partituras foram revisadas e lançadas pela Editora Osesp. Nesta live, o maestro Karabtchevsky e Antonio Carlos Neves Pinto (Coordenador do Centro de Documentação da Osesp) conversam com Arthur Nestrovski e Marcelo Lopes sobre a iniciativa.

 
Música na Cabeça: Lives da Osesp
02/set/2020

A série Música na Cabeça: Lives da Osesp está chegando ao fim. Ao todo, já realizamos nove conversas e temos mais duas a caminho. Confira a programação:

 

8 de setembro, às 19h: Choros de Guarnieri

Os Choros de Camargo Guarnieri para instrumento solista e orquestra são os assuntos desta aula com Paulo de Tarso Salles (professor de Teoria Musical na USP). Este mês a Osesp lança, pelo selo Naxos, álbum dedicado a quatro obras desse ciclo — para fagote, flauta, piano e violino —, e no próximo novembro gravará outras quatro — para viola, violoncelo, clarinete e novamente piano. 

 

15 de setembro,  às 19h: As Sinfonias de Villa-Lobos
Ao longo de seis anos, a Osesp – sob regência de Isaac Karabtchevsky – gravou o ciclo completo das Sinfonias de Villa-Lobos para o selo Naxos, projeto que é um marco na música de concerto brasileira na última década. Além dos álbuns, as partituras foram revisadas e lançadas pela Editora Osesp. Nesta live, o maestro Karabtchevsky e Antonio Carlos Neves Pinto (Coordenador do Centro de Documentação da Osesp) conversam com Arthur Nestrovski e Marcelo Lopes sobre a iniciativa.

 

A playlist com todas as lives está disponível AQUI.
 

 
#AOVIVO Quarteto Osesp toca obras de Beethoven e Nepomuceno
01/set/2020

Começamos a programação de setembro com o Quarteto Osesp homenageando dois compositores: Alberto Nepomuceno — lembrando os 100 anos de sua morte — e Ludwig van Beethoven — celebrando os 250 anos de nascimento. Nesta sexta, dia 4, os violinistas Emmanuele Baldini e Davi Graton, o violista Peter Pas e o violoncelista Rodrigo Andrade interpretam o Quarteto Brasileiro, de Nepomuceno, e o Quarteto nº 12, de Beethoven.

 

 

QUARTETO OSESP
EMMANUELE BALDINI violino
DAVI GRATON violino
PETER PAS viola
RODRIGO ANDRADE violoncelo


Alberto NEPOMUCENO [1864-1920]
Quarteto nº 3 em Ré Menor - Brasileiro [1891]

1. Allegro Moderato
2. Andante
3. Intermezzo
4. Allegretto


Ludwig van BEETHOVEN [1770-1827]
Quarteto nº 12 em Mi Bemol Maior, Op. 127 [1825]

1. Maestoso. Allegro
2. Adagio ma non Troppo e Molto Cantabile
3. Scherzando Vivace
4. Finale: Allegro

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As apresentações e toda a produção envolvida nessas transmissões seguem as medidas de isolamento social e higiene necessárias à contenção da propagação da Covid-19 e à preservação da saúde e segurança de todos os músicos e demais funcionários da Fundação Osesp.

 

Desde a suspensão das atividades presenciais, em 14 de março, a Fundação Osesp tem mantido e preparado a Sala São Paulo para o retorno do público. Há uma programação de retomada, que vai sendo ajustada conforme a evolução da pandemia e as orientações dos órgãos de saúde. A Fundação está pronta para receber o público na Sala, assim que permitido por todas as instâncias governamentais.

 

Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

 
#AOVIVO Osesp, Tibiriçá e Titinger | "Sinfonia Linz", de Mozart, e "Cartas Portuguesas", de Ripper
27/ago/2020

 

| PROGRAMA |
ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO — OSESP
ROBERTO TIBIRIÇÁ
regente
CAMILA TITINGER soprano (Mariana Alcoforado)
JORGE TAKLA direção cênica
RAQUEL PAULIN soprano
LUIZA WILLERT soprano
ÉRIKA MUNIZ soprano

 

WOLFGANG AMADEUS MOZART [1756-1791]
Sinfonia no 36 em Dó Maior, KV 425 - Linz [1783]
1. Adagio. Allegro Spiritoso
2. Andante
3. Menuetto
4. Finale: Presto

 

JOÃO GUILHERME RIPPER [1959]
Cartas Portuguesas [2019-20] [Estreia Mundial | Coencomenda Osesp SP-LX]

 

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FICHA TÉCNICA
JORGE TAKLA direção cênica
NOEMIA DUARTE produção executiva
NICOLÁS BONI cenografia
JONAS SOARES assistente de cenografia
FÁBIO NAMATAME figurinos
JULIANO LOPES assistente de figurinos
ANSELMO ZOLLA direção de movimento
NEY BONFANTE iluminação
DANIS NASCIMENTO cenotécnico
WILSON CASTRO aderecista
TIÇA CAMARGO visagismo
RAFAEL ANDRADE maestro preparador


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As apresentações e toda a produção envolvida nessas transmissões seguem as medidas de isolamento social e higiene necessárias à contenção da propagação da Covid-19 e à preservação da saúde e segurança de todos os músicos e demais funcionários da Fundação Osesp.

 

Desde a suspensão das atividades presenciais, em 14 de março, a Fundação Osesp tem mantido e preparado a Sala São Paulo para o retorno do público. Há uma programação de retomada, que vai sendo ajustada conforme a evolução da pandemia e as orientações dos órgãos de saúde. A Fundação está pronta para receber o público na Sala, assim que permitido por todas as instâncias governamentais.

 

Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

 
Osesp faz a estreia mundial de "Cartas Portuguesas", de João Guilherme Ripper
25/ago/2020

Nesta sexta, 28 de agosto, às 19h, faz a estreia mundial de Cartas Portuguesas, monodrama de João Guilherme Ripper, em apresentação que dá continuidade à nossa série de transmissões ao vivo, diretamente do palco da Sala São Paulo — sem público na plateia. Com regência de Roberto Tibiriçá, a peça tem a soprano Camila Titinger no papel principal, além da participação das sopranos Érika Muniz, Luiza Willert e Raquel Paulin. Jorge Takla assina a direção cênica.

 

O monodrama Cartas Portuguesas é baseado nas cinco cartas escritas por Mariana Alcoforado (Titinger), freira do Convento de Nossa Senhora da Conceição, de Beja, Portugal, a seu amante, o oficial francês Noel de Chamilly. Em 1669, essas cartas foram traduzidas e publicadas em Paris como um romance epistolar, tornando-se motivo de escândalo e atraindo grande interesse. O enredo descreve o percurso dramático de Mariana na clausura, seu sofrimento ao tentar sublimar sua paixão pelo amante que a deixou e a resignação que toma conta de sua existência e que acaba encontrando, enfim, o amparo na vida religiosa. Na história real, ela se torna Superiora do convento.

 

Sobre o libreto, Ripper explica que incluiu trechos escritos por ele próprio, além de outras fontes. “Da Bíblia, recorro a um texto do Cântico dos cânticos, de Salomão, para a primeira ária de Mariana, quando ela tenta justificar sua paixão desenfreada por Noel. Já o poema Leanor, de Francisco Rodrigues Lobo (1580-1620), poeta barroco português, é outra inserção relevante, que Mariana canta quando recorda uma cantiga que aprendeu com sua mãe. Os dois textos externos são pontos de contraste ao tom doloroso das cartas”.

 

A soprano Camila Titinger fala mais sobre sua participação: “(...) por ser um monodrama, não divido as partes cantadas com outros personagens, assim, há uma grande exigência vocal. Estou gostando muito do desafio e o processo de preparo foi muito recompensador, já que nos ensaios me senti completamente entregue à personagem. Mariana Alcoforado é um papel que tem me oferecido muitas facetas interpretativas e está sendo um grande privilégio dar vida à esta mulher incrível, que (...) foi um ser humano de extrema coragem. E a coragem é desenvolvida quando se conhece a dor. Enfim, eu não poderia estar mais feliz em voltar aos palcos da minha amada Sala São Paulo, estreando uma obra de tamanha beleza, perto da minha família!”.

 

O concerto, que ainda traz a Sinfonia nº 36 – Linz, de Mozart, será transmitido gratuitamente pelas mídias sociais da Osesp: YouTube, Facebook e Instagram.

 
Música na Cabeça: Lives da Osesp | Música do Nosso Tempo
23/ago/2020

A música contemporânea é presença constante nas Temporadas Osesp, interpretá-la é parte da nossa essência como uma instituição cultural do presente. Além de obras já existentes, encomendamos com frequência novas peças a compositores brasileiros e estrangeiros, dentre eles estão os três que convidamos para a live desta terça, 25 de agosto: Arrigo Barnabé, Clarice Assad e João Guilherme Ripper. A conversa tem mediação de Arthur Nestrovski, Diretor Artístico da Fundação Osesp. Estaremos esperando por você às 19h, no YouTube, Facebook e Instagram.

 

A propósito, sexta é dia de ouvirmos a estreia mundial de Cartas Portuguesas, escrita por Ripper a partir de comissão feita por nós e pela Fundação Calouste Gulbenkian, como parte do projeto SP-LX Nova Música.