Temporada 2019
outubro
s t q q s s d
<outubro>
segterquaquisexsábdom
301 2 3 4 5 6
789 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
212223 24 25 26 27
28293031123
45678910
jan fev mar abr
mai jun jul ago
set out nov dez
PRAÇA JÚLIO PRESTES, Nº 16
01218 020 | SÃO PAULO - SP
+55 11 3367 9500
Orquestra
Lei de Criação da Orquestra Sinfônica Estadual, de 13 de setembro de 1954
Lei de Criação da Orquestra
Sinfônica Estadual
de 13 de setembro de 1954




Programa do concerto da Orquestra Estadual no Palácio dos Bandeirantes em 1965
Programa do concerto
da Orquestra Estadual no Palácio
dos Bandeirantes em 1965




Formação da Orquestra em 1974, 20 anos de sua criação
Formação da Orquestra em 1974,
20 anos de sua criação




Osesp
Matéria no Jornal da Tarde
de 30 de junho de 1975




Encontros Sinfônicos da Primavera
Programa da Temporada de 1976
no Theatro São Pedro




Sala Cecília Meireles
Programa de concerto da Osesp na
Sala Cecília Meireles,
no Rio de Janeiro, em 1981




Cartaz da Osesp no II Encontro Sinfônico de Primavera, no Memorial da América Latina
Cartaz da Osesp no II Encontro
Sinfônico de Primavera,
no Memorial da América Latina




Orquestra em concerto da Temporada 2010 - foto Alessandra Fratus
Orquestra em concerto
da Temporada 2010
foto Alessandra Fratus
Desde seu primeiro concerto, em 1954, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo — Osesp — construiu uma trajetória de grande sucesso. A Orquestra é hoje parte indissociável da cultura paulista e brasileira, promovendo transformações culturais e sociais profundas.

Nos primeiros anos, foi dirigida pelo maestro Souza Lima e pelo italiano Bruno Roccella, mais tarde sucedidos por Eleazar de Carvalho (1912-96), que por 24 anos dirigiu a Orquestra e desenvolveu intensa atividade. Eleazar deixou um projeto de reformulação da Osesp; e, com empenho do governador Mário Covas, foi realizada a escolha do maestro que conduziria essa nova fase na história da Orquestra. Em 1997, o maestro John Neschling assume a direção artística da Osesp e, com o maestro Roberto Minczuk como Diretor Artístico Adjunto, redefine e amplia as propostas deixadas por Eleazar. Em pouco tempo, a Osesp abre concursos no Brasil e no exterior e melhora as condições de trabalho de seus músicos.

A Sala São Paulo é inaugurada em 1999 e, nos anos seguintes, são criados os Coros Sinfônico, de Câmara, Juvenil e Infantil, o Centro de Documentação Musical, os Programas Educacionais, a editora de partituras, e a Academia de Música.

A criação da Fundação Osesp, em 2005, representa um marco na história da Orquestra. Com o presidente Fernando Henrique Cardoso à frente do Conselho de Administração, a Fundação coloca em prática novos padrões de gestão, que se tornaram referência no meio cultural brasileiro.

Além das turnês pela América Latina (2000, 2005, 2007), Estados Unidos (2002, 2006, 2008), Europa (2003, 2007, 2010, 2012, 2013, 2016), Brasil (2004, 2008, 2011, 2014) e, recentemente, China (2019), o grupo mantém desde 2008 o projeto Osesp Itinerante, pelo interior do Estado de São Paulo, realizando concertos, oficinas e cursos de apreciação musical para mais de 70 mil pessoas.

Indicada em 2008 pela revista Gramophone como uma das três orquestras emergentes no mundo às quais se deve prestar atenção e mais recentemente (2012) tema de destaque em publicações como o jornal The Times e a mesma Gramophone, a Osesp iniciou a Temporada 2010 com a nomeação de Arthur Nestrovski como Diretor Artístico e do maestro francês Yan Pascal Tortelier como Regente Titular.

A Osesp inicia a Temporada 2010 com a nomeação de Arthur Nestrovski como Diretor Artístico e do maestro francês Yan Pascal Tortelier como Regente Titular. Em 2011, a norte-americana Marin Alsop é anunciada como nova Regente Titular da Orquestra por um período inicial de cinco anos, a partir de 2012. Também a partir de 2012, Celso Antunes assume o posto de Regente Associado da Orquestra. Nesse mesmo ano, em sequência a concertos no festival BBC Proms, de Londres, e no Concertgebouw, de Amsterdã, a Osesp é apontada pela crítica estrangeira (The Guardian e BBC Radio 3, entre outros) como uma das orquestras de ponta no circuito internacional. Lança também seus primeiros discos pelo selo Naxos, com o projeto de gravação da integral das Sinfonias de Prokofiev, regidas por Alsop, e da integral das Sinfonias de Villa-Lobos, regidas por Isaac Karabtchevsky.
 
Em 2013, Marin Alsop é nomeada Diretora Musical da Osesp e a orquestra realiza nova turnê europeia, apresentando-se pela primeira vez na Salle Pleyel, em Paris, no Royal Festival Hall, em Londres, e na Philharmonie, em Berlim. 
 
Em 2014, celebrando os 60 anos de sua criação, a Osesp fez uma turnê por cinco capitais brasileiras. No ano seguinte, marecem destaque uma série de apresentações regidas por Isaac Karabtchevsky de Gurre-Lieder, de Schoenberg, que conquistou os prêmios de melhor concerto do ano nos principais jornais e revistas, e o início do projeto SP-LX – Nova Música Contemporânea de Brasil e Portugal, em parceria com a Fundação Gulbenkian.
 
Em 2016, a Osesp, com Marin Alsop, realizou turnê pelos maiores festivais de verão da Europa; em 2017, Alsop é anunciada como Regente de Honra a partir de 2020. No mesmo ano, a Osesp conquista prêmios de Melhor Concerto Sinfônico e também de Câmara (com Isabelle Faust). Pela conclusão de projeto de gravação das Sinfonias de Villa-Lobos, recebe em 2018 o Grande Prêmio da Revista Concerto, após já ter recebido o quarto Prêmio da Música Brasileira.